domingo, 13 de novembro de 2011

CRIANÇAS DO RIO GRANDE ESCREVENDO HISTÓRIAS 1

Caros Amigos

Estivemos na 57 Feira do Livro de Porto Alegre, acompanhando 5 alunos da 32ªCRE de São Luiz Gonzaga






AQUI, A CAPA DO LIVRO

domingo, 6 de novembro de 2011

REUNIÃO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL EM SÃO LUIZ GONZAGA

REUNIÃO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL No dia 09 de Junho, aconteceu no Salão de Atos da 32ª CRE, a reunião de Educação Especial, com a temática Inclusão de Alunos com Deficiência e Atendimento Educacional Especializado. A participação da professora e psicóloga Lizandra Andrade Nascimento foi com uma dinâmica de sensilibização com os professores de Sala de Recursos e Classes Especiais da Rede Pública Estadual.

V ENCONTRO DOS CONSELHOS ESTADUAL E MUNICIPAL DOS DIREITOS DA PESSOA COM DEFICIENCIA DO RIO GRANDE DO SUL

V Encontro dos Conselhos Estadual e Municipais dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Rio Grande do Sul. Nos dias 14 e15 de Março de 2011, o Sr. Enio Garcia, Presidente do Conselho Municipal das Pessoas com Deficiência e as conselheiras: Prof. Ana Mattioni – 32ªCRE e Rosane Burchardt – SMEC, estiveram em Porto Alegre, participando do V Encontro dos Conselhos Estadual e Municipais dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Rio Grande do Sul. Entre as palestras, destacamos: • Caminhos para os Conselhos de Direito da Pessoa com Deficiência. • Plano Plurianual e Orçamento • A necessária Parceria: Conselhos de Direito da Pessoa com Deficiência e Ministério Público • Capacitação de Conselheiros • A Inclusão da Pessoa com Deficiência Intelectual • Acessibilidade • Educação, Saúde e Trabalho • Política Nacional e Estadual para a Pessoa com Deficiência. • Avaliação Geral do Encontro. • Para a Prof. Ana: o Encontro foi válido para o trabalho educacional na Educação Especial , como também, servirá como base para a formulação de Diretrizes para o Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência. Por Solange Battirola Professora Responsável pelas Postagens da 32ªCRE (055)3352-4130

PROGRAMA PRIMEIRA NFÂNCIA MELHOR

Informativo25 Acontecerá em março o novo Curso de Capacitação para o Programa Primeira Infância Melhor No próximo dia 22 de Março, das 8:30 as 11 horas e das 14 às 15:30 , a Secretaria Municipal de Saúde estará recebendo inscrições para o curso de capacitação do Programa Primeira Infância Melhor. As inscrições podem ser efetuadas no “Hospital Materno Infantil”, situado na Rua Fernando Machado - Nº 2899 pelos interessados em realizar a capacitação e trabalhar como visitadores. A capacitação é requisito para inscrição de estagiários aos cargos de visitadores que serão contratados mediante vagas existentes no programa. As inscrições para capacitação serão realizadas aos alunos que freqüentam preferencialmente os Cursos de Serviço Social, Pedagogia e Técnico de Enfermagem. Para inscrição é necessário: • Cópia da carteira de identidade ou do CPF, • Comprovante de residência, • Vínculo e freqüência em Instituição de ensino. A Capacitação iniciará no dia 23 de Março, às 9 horas, no Posto de Saúde. Este é um Programa coordenado pelo Governo do Estado do Rio Grande do Sul. O programa é executado em parceria com municípios e apoio técnico da UNESCO. Os municípios são responsáveis pela contratação dos visitadores e devem criar uma equipe técnica (GTM- Grupo Técnico Municipal) para acompanhar o Programa. Em São Luiz Gonzaga o GTM é composto por técnicos de três secretarias: Águeda M. Balbé ( Secretaria Municipal da Saúde), Elizangela P. Bueno ( Sec Municipal da Educação), Liliane Ribeiro ( Secretaria de Ação Social). A representante do Estado em São Luiz Gonzaga é Ana Mattioni (32° Coordenadoria de Educação) O PIM é desenvolvido no Estado desde 2003 com reconhecimento internacional, é um programa estruturante, pois trabalha com crianças, gestantes e a família, com o objetivo de desenvolver potencialidades das crianças em todos os aspectos do desenvolvimento - físico, intelectual e motor.

MENSAGEM AOS PROFESSORES

Caros Professores! "A primeira tarefa da educação é ensinar a ver. É através dos olhos que as crianças tomam contato com a beleza e o fascínio do mundo. Os olhos têm de ser educados para que nossa alegria aumente. A educação se divide em duas partes: educação das habilidades e educação das sensibilidades. Sem a educação das sensibilidades, todas as habilidades são tolas e sem sentido. Os conhecimentos nos dão meios para viver. A sabedoria nos dá razões para viver." Rubem Alves

terça-feira, 27 de abril de 2010

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Como funciona o Sistema Braille, texto retirado da Revista Nova Escola por Solbatt

Como funciona o Sistema Braille?

No ano em que se comemora o bicentenário de nascimento do francês Louis Braille, seu método de leitura e escrita em relevo continua atual
Renata Costa (novaescola@atleitor.com.br)


O sistema Braille é um processo de escrita e leitura baseado em 64 símbolos em relevo, resultantes da combinação de até seis pontos dispostos em duas colunas de três pontos cada. Pode-se fazer a representação tanto de letras, como algarismos e sinais de pontuação. Ele é utilizado por pessoas cegas ou com baixa visão, e a leitura é feita da esquerda para a direita, ao toque de uma ou duas mãos ao mesmo tempo.

Neste ano, comemora-se o bicentenário do nascimento de Louis Braille (1809 – 1852), que criou o código aos 16 anos, após ter perdido a visão na infância, aos 3 anos. Ele teve o olho perfurado por uma ferramenta na oficina do pai, que trabalhava com couro. Após o incidente, o menino teve uma infecção grave, resultando em cegueira nos dois olhos.

O Brasil conhece o sistema desde 1854, data da inauguração do Instituto Benjamin Constant, no Rio de Janeiro, chamado, à época, Imperial Instituto dos Meninos Cegos. Fundado por D. Pedro II, o instituto já tinha como missão a educação e profissionalização das pessoas com deficiência visual. “O Brasil foi o primeiro país da América Latina a adotar o sistema, trazido por José Álvares de Azevedo, jovem cego que teve contato com o Braille em Paris”, conta a pedagoga Maria Cristina Nassif, especialista no ensino para deficiente visual da Fundação Dorina Nowill.

O código Braille não foi a primeira iniciativa que permitia a leitura por cegos. Havia métodos com inscrições em alto-relevo, normalmente feito por letras costuradas em papel, que eram muito grandes e pouco práticos. Quatro anos antes de criar seu método, Louis Braille teve contato com um capitão da artilharia francesa que havia desenvolvido um sistema de escrita noturna, para facilitar a comunicação secreta entre soldados, já utilizando pontos em relevo. Braille simplificou esse trabalho e o aprimorou, permitindo que o sistema fosse também utilizado para números e símbolos musicais.

O Braille hoje já está difundido pelo mundo todo e, segundo pesquisa "Retratos da Leitura no Brasil", de 2008, do Instituto Pró-Livro, 400 mil pessoas leem Braille no Brasil. Não é possível, segundo o Instituto Dorina Nowill, calcular em porcentagem o que esses leitores representam em relação à quantidade total de deficientes visuais no país. Isso porque o censo do ano 2000, realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), aponta que há 169 mil pessoas cegas e 2,5 milhões de pessoas com baixa visão. No entanto, este último grupo é muito heterogêneo – há aqueles que enxergam apenas 1% e, portanto, poderiam ler apenas em Braille, como pessoas que enxergam 30% e podem utilizar livros com letras maiores.

A falta de informação é ainda o principal problema que Maria Cristina percebe em relação ao Braille. “Muitos professores acham que é simples ensinar o Braille a um aluno cego. No entanto, a alfabetização com esse sistema tem suas especificidades, e o professor, para realizar essa tarefa com êxito, tem de buscar ajuda”, explica a especialista.

Hoje institutos como o Benjamin Constant, o Dorina Nowill e muitos outros pelo país oferecem programas de capacitação em Braille e dispõem de vasto material sobre o assunto.

Quer saber mais?

Instituto Benjamin Constant
Fundação Dorina Nowill


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